Sexta Feira, 16 Nov. 2012
A PRIMEIRA VEZ...



A fotógrafa Adriana Bresciani visitou a Rô Lippi para socorrê-la numa missão quase impossível: organizar as fotos que esta mãe maníca acumulou em 5 anos de maternidade!
Veja dicas sobre como organizar e armazenar tantas memórias queridas e descubra se por fim as recordações de infância das filhas da Roberta estão salvas do caos!
Mesmo depois de muitos anos do advento da fotografia digital muita gente ainda tem dificuldade de eternizar e compartilhar seus melhores momentos. E você como faz? Imprime? Cria álbuns virtuais? Tem porta retratos espalhados pela casa? Veja a história da Anne e conte para gente como funciona com você! Mamatraca quer saber!
Eu tive uma máquina fotográfica que substituiu a última máquina de filme que habitou essa casa. Digital, portátil, com um pequeno zoom, ela tinha até um nome: Martina. Já havia sido levada às mais belas praias, feito viagens internacionais e fotografado muitos momentos em família e entre amigos.
Eu, a fotógrafa amadora que a operava, entendia do mínimo: mirar o assunto, esperar o foco e fogo! Tirar a foto.
Até que um dia meu filho nasceu e quando Martina conheceu a criatura mais bela do mundo, seus mini botõezinhos, sua lente, sua praticidade já não faziam jus a tamanha beleza e responsabilidade ainda que tivessem sido suficiente para registrar algumas das sete maravilhas do mundo.
Até porque não havia naquela época um cartão de memória capaz de armazenar duzentas fotografias por dia.
Toda mãe é uma fotógrafa compulsiva em potencial.
Martina aposentou-se e deu lugar à Emengarda: uma fulaninha invocada, toda trabalhada em aberturas de lente, diafragmas, isos, focos manuais, automáticos e uma infinidade de botões que ainda me superam: sigo na vida de fotógrafa amadora, e com o passar do tempo e a chegada do segundo filho coloquei a compulsõa em ordem, conseguindo diminuir o número de fotografias diárias para menos de um terço.
Nesta semana o Mamatraca (especial) conta e re-conta a minha história através da história de outras mães: aquelas que fotografam por lazer, aquelas que fizeram da fotografia profissão e muitas outras que como um todo conservam a mesma paixão: registrar as coisas boas da vida, que se eleva à décima potência depois da chegada dos filhos.