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Mamatraca

Esporte

Sexta Feira, 30 Nov. 2012

MÃE DE BOLEIRO

Resgatamos hoje um vídeo da Juliana Ramos, mãe de dois garotos que jogam futebol de forma competitiva, que conta sobre os desafios de ser mãe de boleiro. E ela diz que vê cada coisa fora dos campos! Pais que brigam com outros pais, pais que brigam com os filhos porque eles perderam... lições que não devem ser aprendidas! Não perca esse Mamatracando!

Esporte

Quinta Feira, 29 Nov. 2012

"O ESPORTE SÓ É BENÉFICO SE A CRIANÇA ESTÁ FELIZ"

Hoje trazemos uma entrevista especial com a Simone Pinheiro Cotrim Rebouças, professora do CAD (Centro de Aprendizado Esportivo) do Esporte Clube Pinheiros, que tem um trabalho de introduzir, de forma lúdica, o esporte para crianças. Formada em educação física com pós-graduação em iniciação esportiva na infância e adolescência, Simone é uma das professoras mais queridas pela criançada do Pinheiros. Quem a vê trabalhando descobre imediatamente o motivo: ela tem uma paixão imensa pelo que faz.

 

A partir de que idade a competição é saudável para crianças? Que tipo de consequências negativas na formação da criança uma iniciação precoce à competição pode causar?


Em primeiro lugar nosso dever é fazer com a criança saiba o valor que tem o brincar, e é o que não está acontecendo mais hoje em dia. A competição será introduzida através das brincadeiras e dos jogos, pois assim ela criará maturidade para saber lidar com as vitórias e frustrações. Nas nossas aulas temos crianças que não sabem lidar com a derrota. Em todas as atividades, temos que lembrá-las que essas são as regras que foram estabelecidas e devemos respeitá-las e que o perder faz parte da regra. Pois, se evidenciarmos esse negativismo da derrota que a criança tem, ela será uma criança muito frustrada sempre que perder algo ou não der certo algo que tenha planejado.
Se olharmos o lado competitivo onde há esportes em que se começa cedo, sabemos que ela perderá um pouco da ludicidade do brincar, dos momentos de lazer, afinal torna-se uma obrigação a cumprir. Mas será positivo enquanto a criança tiver prazer do que ela está fazendo. Caso contrário, ela carregará um lado frustrante do esporte.

 

De que forma essa competição pode ser saudável?

A competição pode ser aplicada a partir dos 5 anos de idade por meio dos jogos e brincadeiras, quando a criança começa entender e assimilar com mais facilidade as regras e a própria competição. O mundo é competitivo e devemos saber lidar com regras, vitórias e derrotas sempre.

 

Mas hoje vimos muitos exageros de pais colocarem crianças para fazer várias atividades esportivas ao mesmo tempo. Existe um limite?

Eu acredito que o limite vai até onde a criança está feliz praticando esporte, desde que seja de forma lúdica e estando de acordo com a faixa etária. Tive alunos que faziam cinco atividades diferentes. Se é errado depende de cada criança, mas devemos ficar atentos ao cansaço físico e mental dessa criança. Se ela está fazendo de forma lúdica, em tese não há restrições. Outro cuidado que se deve ter é de sempre reservar um tempo livre para brincar, para “fazer nada". A criança precisa ter esse momento.

 

Como o esporte pode ajudar na sociabilização das crianças?

Pode ajudar e muito principalmente quando a criança demonstra essa dificuldade. O mundo lá fora necessita que nos relacionemos, precisamos um do outro, não somos autosuficientes. Quando brincamos, fazemos esse link com a criança, oferecemos artifícios nas atividades para que ela precise se relacionar com o outro de forma bem agradável, de forma que ela não se sinta pressionada. Às vezes fico chateada quando os pais desistem de trazê-los por eles resistirem no inicio, porque sabemos o quanto será benéfico no decorrer do seu desenvolvimento.

 

Que tipo de lições o esporte pode ensinar às crianças que elas tendem a levar para o resto da vida adulta?

Uma das coisas que colocamos no topo é o respeito com o próximo dentro das atividades e jogos. Isso é primordial e certamente ela levará para o resto da vida. Tentamos fazer com que o esporte seja algo prazeroso em sua vida, mesmo que este individuo não vire um atleta. Trabalhar em equipe é outro ponto, porque a criança irá precisar do outro indivíduo para que seu time seja melhor e vai aprender que ela não é autosuficiente.

 

É comum que os pais busquem nos filhos compensação por vitórias e títulos esportivos não conquistados no passado?

É mais comum do que se imagina, mas como já disse, só será de grande valia até o momento que está sendo prazeroso para a criança. Se ocorrer o inverso, estará se criando uma criança frustrada e que não irá querer praticar esporte algum.

 

E como deve se dar a escolha da modalidade esportiva de acordo com a idade?


Antes de escolher qualquer modalidade, deve-se dar um rico repertório motor, para que esta criança quando partir rumo a algum esporte tenha condições suficientes e facilidade ao praticar qualquer atividade. Não sou a favor de colocar ninguém no competitivo antes dos 9 anos, pois muitas vezes acontece a desistência por imaturidade. Volto a dizer: o esporte só está sendo benéfico se a criança está feliz. E, no decorrer dos anos, nós profissionais acabamos identificando o que esta criança tem facilidade.

Esporte

Quarta Feira, 28 Nov. 2012

O ESPORTE COMO ESPERANÇA PARA CRIANÇAS CARENTES

O esporte é um meio de inclusão social muito importante e que pode mudar o destino de muitas crianças que nascem em regiões carentes do país. Nesse vídeo vocês vão conhecer o projeto Talentos do Capão, de um grupo de meninos e meninas do Capão Redondo, uma das regiões mais violentas de São Paulo, que se tornaram campeões de maratonas aquáticas graças ao trabalho fantástico de um grupo de voluntários. 

Esporte

Terça Feira, 27 Nov. 2012

VOCÊS PRATICAM ALGUMA ATIVIDADE ESPORTIVA JUNTOS?

A família toda da Priscilla virou adepta da corrida e, com isso, o esporte tem unido ainda mais a família.

E na sua casa, vocês praticam algum esporte juntos? Tem alguma atividade comum que une a família? Conta pra gente, o Mamatraca Quer Saber!

Esporte

Segunda Feira, 26 Nov. 2012

ESPORTE NA INFÂNCIA

Tricotando hoje nossas queridas leitoras convidadas Marcelly Ribeiro e Renata Ferreira contam como os esportes as levaram a caminhos completamente opostos partindo de um mesmo ponto: a prática obrigatória na infância. Uma experiência boa e uma experiência negativa lado a lado convidam à reflexão: qual é o limite da insistência das práticas de esportes coletivos e competitivos na infância? Como foi com você, e qual regra você acha que vale aplicar para os filhos?