Consciência

O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA E A MATERNIDADE ÉTICA

Você exerce uma maternidade ética?

Acho que se alguém fizer essa pergunta para um grande grupo de mães, a maioria dirá que sim. Ou que pelo menos gostariam. Afinal, quem é que topa ser chamado de anti-ético?

Uma interpretação livre, daquelas que a gente trás de nossas experiênicas no mundo, vinda de uma pessoa que não tem formação acadêmica nas grandes ciências humanas, certamente fará um emaranhado dos conceitos: moral, bom costume, regras, comportamento, educação. Certamente, um conceito nebuloso.

Não faz muito tempo que eu decidi entender melhor esse conceito, e surpreendentemente me deparei com respostas interessantíssimas.

Na filosofia clássica, a ética é o campo que busca a fundamentação teórica para encontrar o melhor modo de viver e conviver, isto é, a busca do melhor estilo de vida, tanto na vida privada, quanto em público.

Um ser ético tem capacidade para controlar impulsos e decidir entre várias alternativas possíveis. Um ser ético é aquele que tem responsabilidade, ou seja - que consegue reconhecer-se como autor das ações. Um ser ético é livre, e não se submete a poderes externos. E acima de tudo, um ser ético é um ser consciente, de si e dos outros. Não existe ética, sem consciência.

A ética é o exercício da consciência, da liberdade e da responsabilidade.

Frente a todas essas definições, vocês também sentem como eu, que ética e maternidade são praticamente sinônimos?

No Tricô de hoje as Mamatracas contam sobre o despertar dessa fundamental consciência dentro de suas vidas de mãe e refletindo com humor, honestidade e seriedade.

Tags: mães, maternidade, erros e acertos, comportamento, ética, filosofia
Postado na sessão Tricô por Anne
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